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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

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O espaço ocioso ao redor pedra ganhou esta semana duas traves para fazer um campo de futebol.
Estavam pintando as traves e sem querer pulou tinta na pedra, coitado do peixinho. :(

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Vida antonímia: Subindo e descendo ao mesmo tempo

Uma reflexão de um dos modos onde a violência gera mais violência: a vingança.

Na subida sol de verão, aquele que queima já nas primeiras horas do dia, desce a malandragem das ruas que repousa nas calçadas. Logo sobe a esperança de descer o pé ao chão e acordar mais um dia.
Caio na rotina para subir naquele ônibus, que me leva de volta, sentado é claro junto a janela, e na leveza de um breve devaneio eu retorno ao meu destino.
Na saída, não penso, e caio, penso, e ainda no chão, sinto-me confortável, logo vêm às vozes que quase não escuto. E um frio que me queima sem consolo, foi uma facada que recebi na boca, é claro do meu estômago.
Escureceu , mas logo ilumina, foram apenas três dias, acordei no hospital. Com um chá bem docinho para tirar o amargo do jejum.
Amigos me contaram gritando, que inimigos no silêncio na atacaram. Na verdade, queriam que eu não acreditasse, de um modo ou de outro, não falasse.
Não tive grande ação a aquela resposta, só tive uma pequena reação estranha, perdi o meu olhar de esperança e achei uma visão de vingança.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

REFLEXÃO SOBRE O TRABALHO INFANTIL


Hoje, acredito que me libertei de mais uma alienação, fui durante o intervalo da faculdade no barzinho que fica ao lado comprar um salgadinho.(lá o salgado é R$ 1,20, R$0,30 mais barato que na cantina da escola, ganho um  xerox, o que já ajuda ). Já no barzinho, cerca de 21:30h, enquanto era atendido, observava um garoto com cerca de 9 anos, trabalhando do lado interno do balcão, cuidado das fichas e servindo salgadinhos. Os olhos do garoto estavam transmitindo um grande cansaço que muito adulto não tem, e quando ele chamou à senhora que fritava os salgadinhos de vó, aquilo me revoltou mais, cadê a mãe?, o pai ?. Pô, um ambiente desses não é para crianças. Antes isso passava batido, mas por alguma razão isso me fez pensar que a aceitação é estar alienado ao sistema, onde muitos vêem esta situação e não percebem.
Sei que a necessidade faz ações como essa, mas não se pode colocar o trabalho para a criança, a relação com o trabalho precossemente gera a perda da ludicidade, fator muito importante para a formação de adultos honestos e com empatias para com o semelhante.
Encontrei esta imagem que ilustra a situação, acabo de tramar uma batalha contra o trabalho infantil. Aguardem a arte para a ação de protesto. Comprei esta briga, quem vem junto?