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terça-feira, 1 de março de 2011

Andorinhas sim, estrume não.

Nesta semana houve uma cavalgada na cidade. Mesmo com a rua São Pedro cheia de cavalos e muito estrume, não ofuscaram as andorinhas que são o símbolo da cidade. Não é porque o prefeito usa chapéu que deve-mos respirar estrume num dia qualquer, vamos ouvir as andorinhas, elas não fedem.

sábado, 15 de janeiro de 2011

O "Cabuloso"

Sair pintar por aí é bem interessante. Procuro sempre pintar quando não há pessoas por perto, mas as vezes não é possível. Quando é um trabalho demorado sempre aparece alguém para olhar. Logo vem o compromisso de mostrar que está no controle do desenho.
Neste não foi diferente, enquanto alinhava o stencil para a camada final (tarefa para monges), chegou um cidadão, o que aconteceu depois foi assim:
Cidadão: -Opa.
Eu: -Ooopa.
um breve silêncio....
Cidadão: -Viu, é você que faz estas pinturas por aí?
mais um breve silêncio...
Eu: -Sim, mas não todas.
Continuei a alinhar o stencil no meio um leve vento.
Silêncio...
Silêncio...
Silêncio...
Joguando a tinta preta no stencil e ...
Silêncio...
Silêncio...
Silêncio...
Depois que tirei o stencil, dei um passo para trás e ouvi ao meu lado:
Cidadão: -CABULOSO cara..., até mais mano, vou indo, precisa ensinar a gente estas paradas aí.
Eu: -Pode deixar.
falou...
O cidadão ficou todo o tempo em silêncio, só respeitando meu momento. Obrigado.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Filosofando Bart


Há um tempo notei que o tão querido Bart dos Simpsons é martirizado por muitos pelas atitudes. Vejo que ele é o cara que não aceita tudo, que não dança conforme a música, é um ícone aos ativistas.
De fato é bom ter um pouco de sangue Bart nas veias, revigora e fortalece a alma. Mas é preciso cautela no meio, já que o meio seleciona o comum, o jargão do horário nobre e tudo mais.
Ações como do grupo "Vandativismo" e outros são aplaudidas e comentadas como atos heróicos, dando mais esperança aos que não tem esse precioso sangue.
Felizmente é um sangue que não há necessidade de se receber em doação, e sim de ser produzido na mais profunda medula junto com nossa mente escandarada para a realidade.


Bartesifique-se.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Vida antonímia: Subindo e descendo ao mesmo tempo

Uma reflexão de um dos modos onde a violência gera mais violência: a vingança.

Na subida sol de verão, aquele que queima já nas primeiras horas do dia, desce a malandragem das ruas que repousa nas calçadas. Logo sobe a esperança de descer o pé ao chão e acordar mais um dia.
Caio na rotina para subir naquele ônibus, que me leva de volta, sentado é claro junto a janela, e na leveza de um breve devaneio eu retorno ao meu destino.
Na saída, não penso, e caio, penso, e ainda no chão, sinto-me confortável, logo vêm às vozes que quase não escuto. E um frio que me queima sem consolo, foi uma facada que recebi na boca, é claro do meu estômago.
Escureceu , mas logo ilumina, foram apenas três dias, acordei no hospital. Com um chá bem docinho para tirar o amargo do jejum.
Amigos me contaram gritando, que inimigos no silêncio na atacaram. Na verdade, queriam que eu não acreditasse, de um modo ou de outro, não falasse.
Não tive grande ação a aquela resposta, só tive uma pequena reação estranha, perdi o meu olhar de esperança e achei uma visão de vingança.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

No vazio há conteúdo ?

Bom, há dias eu estava com vontade de rabiscar nesta sobra de construção. Finados, tarde de sol, peguei o filhão, minha caixa de latinhas e vamos lá. A ideia inicial era fazer um stencil que estava no porta-malas há dias, mas ao ver o vão na parede com a vegetação ao fundo, "plin", veio um insite. Peguei a lata e mandei ver, depois me afastei e fiquei observando aquela "TV" por alguns segundos, bons segundos por sinal.
Sair e respirar outros ares é muito bom, revigora a mente.


 



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Todo o lugar tem um muro de Berlim

Este post é dedicado a todos os itarareenses que se incomodam  com este muro e ao GBA que em seu blog tem um post sobre um muro que atormenta muita gente lá em Florianópolis. Bom, aqui em Itararé não é muito diferente, temos este grande muro na vila sorocabana com mais de 1 Km de extensão que tranca totalmente a visão de dezenas de famílias de moram frente ao muro.
Construido a alguns anos, com o motivo de "proteção" contra intrusos em eventos, no local ,  oque acontecem poucas vezes no ano.
Também é o caso de muitas crianças estarem crescendo nesta rua sem ter a oportunidade de visão ampla da cidade, que é muito agradável ao entardecer.
Quero derrubar este muro.
Gestores, REpensem os benefícios. Como podemos propor a diminuição da violência construindo muros ao invés de pontes ?

 

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Itararé das formigas: Vila Sorocabana

Menos um lugar para habitar
mais um local esquecido,
é dificil até recordar,
mas não vou desistir, persisto.(Dak)


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

REFLEXÃO SOBRE O TRABALHO INFANTIL


Hoje, acredito que me libertei de mais uma alienação, fui durante o intervalo da faculdade no barzinho que fica ao lado comprar um salgadinho.(lá o salgado é R$ 1,20, R$0,30 mais barato que na cantina da escola, ganho um  xerox, o que já ajuda ). Já no barzinho, cerca de 21:30h, enquanto era atendido, observava um garoto com cerca de 9 anos, trabalhando do lado interno do balcão, cuidado das fichas e servindo salgadinhos. Os olhos do garoto estavam transmitindo um grande cansaço que muito adulto não tem, e quando ele chamou à senhora que fritava os salgadinhos de vó, aquilo me revoltou mais, cadê a mãe?, o pai ?. Pô, um ambiente desses não é para crianças. Antes isso passava batido, mas por alguma razão isso me fez pensar que a aceitação é estar alienado ao sistema, onde muitos vêem esta situação e não percebem.
Sei que a necessidade faz ações como essa, mas não se pode colocar o trabalho para a criança, a relação com o trabalho precossemente gera a perda da ludicidade, fator muito importante para a formação de adultos honestos e com empatias para com o semelhante.
Encontrei esta imagem que ilustra a situação, acabo de tramar uma batalha contra o trabalho infantil. Aguardem a arte para a ação de protesto. Comprei esta briga, quem vem junto?

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Queimadas e Enchentes: Tão longe, tão perto.


Levantamento do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostra a existência de 1.178 focos de incêndio no país hoje (7), conforme dados do satélite de referência. Do total, o maior número foi registrado em Goiás, 392. Em seguida aparecem Tocantins (288 focos), Bahia (239), Minas Gerais (203), Distrito Federal (31), Mato Grosso (17) e São Paulo (8). Fonte:UOL 10/09/2010
Rogério Cassimiro/UOL

A chuva que cai na capital paulista desde a manhã desta terça-feira já ultrapassa os 0,6 mm de chuva do mês de agosto. De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergência (CGE), até as 15h, a média parcial das chuvas de hoje em São Paulo foi de 13,3 mm. Este valor corresponde a 16,4% da média esperada para o mês de setembro, que é de 81 mm.

Temas tão opostos se unem em um grande Brasil.

domingo, 29 de agosto de 2010

Lixo nosso de cada dia


Cada dia que vejo uma cena parecida como essa me revolta, não é a questão da reciclagem, mas da falta de consideração com os espaços públicos, locais para o lazer e bem estar da população. Esse registro foi feito no dia 28 de agosto de 2010, aniversário da cidade. Parabéns Itararé!!!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Reciclar é preciso



Séc. XV: Navegar é Preciso
Séc. XVI: Consumir é Preciso
Séc. XVII: Consumir é Preciso
Séc. XVIII: Consumir é Preciso
Séc. XIX: Consumir é Preciso
Séc. XX: Consumir é Preciso
Séc. XVI: Reciclar é Preciso

Repense seus hábitos de consumo

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Ufa, acabou o falso patriotismo brasileiro


Minutos ante de começar a partida da seleção brasileira contra a seleção holandesa, a população estava com tudo: com bandeiras, com vuvuzelas, e outros adereços do tema. Após a derrota, minutos depois, já estavam retirando bandeiras de decorações verde e amarela.
Pensei: Acabou o patriotismo?
Não podemos desmanchar a pátria por causa de um jogo.
Repense!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Copa transforma aparelhos de TV em artigos de primeira necessidade


Os trouxas que pensam que não existe nada de comercial nesse falso patriotismo de 4 em 4 anos, continuam dando seu escasso dinheiro suado de todo mês para um bando de ricaços que não sabem o que vão fazer com a montanha de dinheirama que cai fácil na mão deles.

Toda copa é assim: tem que renovar a TV, comprar uma mais moderna, com imagens mais nítidas. Pra quê nitidez em jogo de futebol? Para ver o quê? De que material é feito a camisa da $ele$ão? As gotas de suor dos fétidos e feios jogadores tupiniquins?

Porque não usar outra época e outro motivo para trocar de TV? E porque trocar de TV já? Vai deixar de comer para ver os milionários jogadores que nem estão aí para o povo trouxa que se ajoelha perante eles? Devem estar rindo à toa ("Puxa, os brasileiros trouxas se sacrificando por minha causa, sem que eu precise dar um tostão de minha gorda fortuna" - deve pensar cada jogador). É uma imaturidade achar que TV é artigo de primeira necessidade. Aparelho de TV é supérfluo e vive-se bem sem ele.

Um dia a população brasileira irá amadurecer e vai perceber a farsa toda e vai se cansar de ser enganado de 4 em 4 anos com um patriotismo de merda que faz gerar mais desigualdades, miséria e corrupção. Sem falar nas vitórias fáceis da $ele$ão, as custas de muita mutreta e maracutaia.

No país que políticos roubam, não é impossível que jogadores também ganhem roubando. Afinal, todo o dinheiro do mundo está sendo investido para a vitória dos amarelos. Principalmente o dinheiro que você pagou pelo seu aparelho de TV.

sábado, 5 de junho de 2010

Original do meme.yahoo dia 01 Jan 2010


"Pensei em algo próximo deste, ótimo texto."

Nas ceias de Natal, a cena é sempre a mesma: muito papo, muita música, mesa farta, muita carne e muita bebida (típica festa natalina). Na véspera, os supermercados com os carrinhos abarrotados de produtos alimentícios e as filas intermináveis nos caixas já prenunciam a ORGIA gastronômica do dia seguinte. Isso, claro, para quem pode se dar ao luxo de ter algo na mesa.

Leia mais: http://apogeudalienacao.blogspot.com/2009/12/festa-da-gula-viva-o-papel-higienico.html